
O preconceito é uma idéia ou uma opinião negativa sobre um
grupo de pessoas ou sobre determinado assunto, formada de modo
precipitado, sem conhecimento profundo e reflexão necessária. O
preconceito leva à discriminação, à exclusão e à violência.
A discriminação é o tratamento desigual às pessoas com
direitos iguais, negando a elas as mesmas oportunidades. Uma
discriminação pode ser sofrida por minorias étnicas, religiosas, grupos de
tradições nacionais e culturais. Muitas vezes também é dirigida a idosos,
mulheres, pessoas pobres, deficientes e de diferentes orientações sexuais.
O pensamento preconceituoso e as atitudes de discriminação
revelam e acentuam as desigualdades entre as pessoas. E, por isso,
combater o preconceito e a discriminação é ajudar a construir uma
sociedade democrática e igualitária, em que a felicidade coletiva seja uma
realidade possível.
A Constituição Federal, a lei máxima em nosso país, afirma que
todos somos iguais perante a lei, não sendo admitidos preconceitos de
origem, raça, sexo, cor, idade, ou quaisquer outras formas de discriminação.
A Declaração de Princípios sobre a Tolerância (1995) define o significado
de tolerância como respeito, aceitação e apreço da riqueza
e da diversidade das culturas de nosso mundo, de nossos modos de
expressão e de nossas maneiras de exprimir nossa qualidade de seres
humanos. E é também não tolerar a injustiça social.
Portanto, em seu significado profundo e atual, tolerância é aceitar
a diversidade e combater todas as formas de opressão e de desigualdades
sociais. Em síntese, tolerância é a atitude de solidariedade
entre indivíduos, grupos, povos, nações e, também, dos seres humanos
para com a natureza em geral.
A intolerância quanto à orientação sexual é manifestada
por atos conhecidos como homofobia, que podem ser
insultos verbais, como chamar o homossexual de “bichinha”,
“viadinho”, “sapatão”, “boiola” e outros.
As piadas sobre homossexuais quase sempre revelam atitude
de preconceito.
A TV já divulgou, no Brasil, agressões bárbaras contra
homossexuais, algumas provocando até a morte, por parte
de grupos de jovens com mentalidade machista e, portanto,
conservadora.
grupo de pessoas ou sobre determinado assunto, formada de modo
precipitado, sem conhecimento profundo e reflexão necessária. O
preconceito leva à discriminação, à exclusão e à violência.
A discriminação é o tratamento desigual às pessoas com
direitos iguais, negando a elas as mesmas oportunidades. Uma
discriminação pode ser sofrida por minorias étnicas, religiosas, grupos de
tradições nacionais e culturais. Muitas vezes também é dirigida a idosos,
mulheres, pessoas pobres, deficientes e de diferentes orientações sexuais.
O pensamento preconceituoso e as atitudes de discriminação
revelam e acentuam as desigualdades entre as pessoas. E, por isso,
combater o preconceito e a discriminação é ajudar a construir uma
sociedade democrática e igualitária, em que a felicidade coletiva seja uma
realidade possível.
A Constituição Federal, a lei máxima em nosso país, afirma que
todos somos iguais perante a lei, não sendo admitidos preconceitos de
origem, raça, sexo, cor, idade, ou quaisquer outras formas de discriminação.
A Declaração de Princípios sobre a Tolerância (1995) define o significado
de tolerância como respeito, aceitação e apreço da riqueza
e da diversidade das culturas de nosso mundo, de nossos modos de
expressão e de nossas maneiras de exprimir nossa qualidade de seres
humanos. E é também não tolerar a injustiça social.
Portanto, em seu significado profundo e atual, tolerância é aceitar
a diversidade e combater todas as formas de opressão e de desigualdades
sociais. Em síntese, tolerância é a atitude de solidariedade
entre indivíduos, grupos, povos, nações e, também, dos seres humanos
para com a natureza em geral.
A intolerância quanto à orientação sexual é manifestada
por atos conhecidos como homofobia, que podem ser
insultos verbais, como chamar o homossexual de “bichinha”,
“viadinho”, “sapatão”, “boiola” e outros.
As piadas sobre homossexuais quase sempre revelam atitude
de preconceito.
A TV já divulgou, no Brasil, agressões bárbaras contra
homossexuais, algumas provocando até a morte, por parte
de grupos de jovens com mentalidade machista e, portanto,
conservadora.
Campinas, primeira cidade brasileira a ter escola voltada para o público gay.
A primeira escola voltada para o público gay do Brasil será instalada em Campinas, no interior de São Paulo, e deve entrar em operação em janeiro de 2010. A nova Escola Jovem LGTB (Lésbicas, Gays, Transexuais e Bissexuais) oferecerá aulas de Expressão Literária, Expressão Cênica e Expressão Artística, além de um curso para formação de drag queens.
A grade curricular engloba tópicos artísticos como dança, música, TV, cinema, teatro e criação de revistas. O objetivo da instituição é fazer circular pelo Estado de São Paulo o material produzido pelos alunos - entre eles, CDs, DVDs, livros, revistas, peças de teatro e espetáculos de drag queens.
A unidade escolar surgiu a partir de um convênio entre a ONG E-Jovem, o governo do Estado de São Paulo e o Ministério da Cultura. Os cursos técnicos são gratuitos e têm duração de três anos.
A grade curricular engloba tópicos artísticos como dança, música, TV, cinema, teatro e criação de revistas. O objetivo da instituição é fazer circular pelo Estado de São Paulo o material produzido pelos alunos - entre eles, CDs, DVDs, livros, revistas, peças de teatro e espetáculos de drag queens.
A unidade escolar surgiu a partir de um convênio entre a ONG E-Jovem, o governo do Estado de São Paulo e o Ministério da Cultura. Os cursos técnicos são gratuitos e têm duração de três anos.
Jovens agredidos inexplicavelmente em São Paulo
O delegado Alfredo Jang, do 5º Distrito Policial, na Aclimação, em São Paulo, afirmou neste domingo (14) que as agressões a três rapazes na Avenida Paulista foram uma ação "gratuita e covarde". Quatro dos agressores são adolescentes e devem ser encaminhados à Fundação Casa ainda neste domingo. O único agressor maior de idade foi indiciado por lesão corporal gravíssima*.
“Foi uma violência gratuita, covarde e sem possibilidade de defesa”, afirmou o delegado, após a conclusão do boletim de ocorrência. Questionado se as agressões se tratavam de uma ação homofóbica, o delegado disse: “Pelo jeito foi mesmo”, declarou. Isso porque, de acordo com testemunhas, um agressor gritou durante o primeiro ataque: "Suas bichas, vocês são namorados. Vocês estão juntos".
Ao contrário do que foi informado inicialmente pela assessoria de imprensa da Polícia Militar, os jovens não são skinheads. “São jovens brancos, saudáveis, que usam roupas normais e não têm tatuagens”, observou o delegado.
O fotógrafo, que foi uma das primeiras vítimas agredidas pelos jovens, disse que o grupo usava roupa de marca. “Eles pareciam totalmente inofensivos. São boyzinhos mesmo. Eles usavam roupas de marca”, afirmou Rodrigo, de 20 anos, que tomou um soco no rosto e conseguiu escapar do grupo escondendo-se dentro do Metrô.
O grupo fez um primeiro ataque por volta das 6h deste domingo nas proximidades do metrô Brigadeiro, agredindo dois rapazes. Um deles conseguiu fugir e se esconder no metrô. O outro foi agredido e levado para o Hospital Oswaldo Cruz. A família não autorizou o hospital a divulgar informações relativas ao estado de saúde do rapaz.
Em seguida, cerca de 200 metros adiante, eles atacaram o estudante de jornalismo Luis Alberto, de 23 anos, com duas lâmpadas fluorescentes.
“Quando passaram pela gente, vimos que um deles levava duas lâmpadas grandes nas mãos. Ele me chamou. Quando virei, ele já me atacou no rosto com a lâmpada. Em seguida, usou a outra lâmpada”, contou. Como ele reagiu, o restante do grupo atacou-lhe ainda mais com socos e pontapés.
Um radialista de 34 anos que passava pela Avenida Paulista presenciou o ataque na altura do número 700 e chamou a polícia.
“Foi uma violência gratuita, covarde e sem possibilidade de defesa”, afirmou o delegado, após a conclusão do boletim de ocorrência. Questionado se as agressões se tratavam de uma ação homofóbica, o delegado disse: “Pelo jeito foi mesmo”, declarou. Isso porque, de acordo com testemunhas, um agressor gritou durante o primeiro ataque: "Suas bichas, vocês são namorados. Vocês estão juntos".
Ao contrário do que foi informado inicialmente pela assessoria de imprensa da Polícia Militar, os jovens não são skinheads. “São jovens brancos, saudáveis, que usam roupas normais e não têm tatuagens”, observou o delegado.
O fotógrafo, que foi uma das primeiras vítimas agredidas pelos jovens, disse que o grupo usava roupa de marca. “Eles pareciam totalmente inofensivos. São boyzinhos mesmo. Eles usavam roupas de marca”, afirmou Rodrigo, de 20 anos, que tomou um soco no rosto e conseguiu escapar do grupo escondendo-se dentro do Metrô.
O grupo fez um primeiro ataque por volta das 6h deste domingo nas proximidades do metrô Brigadeiro, agredindo dois rapazes. Um deles conseguiu fugir e se esconder no metrô. O outro foi agredido e levado para o Hospital Oswaldo Cruz. A família não autorizou o hospital a divulgar informações relativas ao estado de saúde do rapaz.
Em seguida, cerca de 200 metros adiante, eles atacaram o estudante de jornalismo Luis Alberto, de 23 anos, com duas lâmpadas fluorescentes.
“Quando passaram pela gente, vimos que um deles levava duas lâmpadas grandes nas mãos. Ele me chamou. Quando virei, ele já me atacou no rosto com a lâmpada. Em seguida, usou a outra lâmpada”, contou. Como ele reagiu, o restante do grupo atacou-lhe ainda mais com socos e pontapés.
Um radialista de 34 anos que passava pela Avenida Paulista presenciou o ataque na altura do número 700 e chamou a polícia.
Por Orlando Fernandes

